quarta-feira, 23 de março de 2016

Eu tive uma ideia... Survival of the fittest


Para fazerem sentido do que é que estou a falar, aqui fica o contexto:
Eu ou quiçá um dos investigadores num futuro não muito distante a "colectar data"  de um parasita no seu habitat.

Um talentoso académico empreeendedor, criativo de buraco de fechadura para o seu colega que está de serviço ao hospedeiro que lhe foi atribuído:

Académico talentoso e criativo: Ó estimado colega,  seja um porreiraço e mande-me as gravações do hospedeiro que o colega está a parasitar, quero ver que ideia é que vou ter para a minha investigação... Eu precisava disso o mais rápido possível, pode ser? Vá lá, seja um kerido pá, OK? Quando a bolsa e o subsídio para a patente chegarem eu não me esqueço dos amigos...

O parasita de serviço ao hospedeiro:  Ó caro professor doutor, eu mandar até lhe mando, mas tem de me dizer o que é que quer... é que este hospedeiro arroga-se a ter ideias em muitas disciplinas distintas umas das outras, e a procura é muita, sé que me faço entender...

Académico talentoso e criativo:  Ó estimado colega, eu compreendo, a vida está difícil e a competição é muita, mas como já lhe disse, eu não me esqueço dos amigos... mande-me material na área electrotécnica eu depois vejo o que  é que me dá jeito, pode ser??? 

O parasita de serviço ao hospedeiro: Ok, estimado colega, vou ver o que é que posso fazer... aguarde notícias.


Académico tatentoso e criativo: OK! Agradecia que me enviasse ASAP, as candidaturas  às bolsas vão abrir não tarda nada... Um abraço!! 

LOL!!! Se não estivesse a ser roubado em tempo real estava-me a rir à desbragada no chão!!!


PS - Eu se fosse ao(s) parasita(s) que está(ão) de serviço ao meu buraco de fechadura, começava a distribuir senhas, não vá os intelectuais  de buraco de fechadura, começarem a pegar-se sobre quem "sugou" ideia primeiro... 




sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

A bem da pátria...

Então, entozoários de serviço, já decidiram quem é que vai reclamar o pedido de protecção de propriedade intelectual para o eixo anti-pó mais fino 1 milhão de vezes que o pó de casa????
Vamos lá a ver quem vai ser o talentoso de serviço que vai ser oficialmente agraciado com uma bolsa, e um subsidiozito para pôr em prática a sua recém reclamada PI...

A bem da pátria... como deve ser!!!

segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Capitalismo ou Capitanismo?

Andei eu convencido todos estes anos que, entre outras coisas, numa sociedade Capitalista,  a propriedade intelectual gerada pelo seu autor dentro da sua casa por sua própria conta era sua, mas afinal não é bem assim... 

Nem é exactamente uma sociedade capitalista, nem a nossa propriedade é exactamente nossa... digamos que é a soma do melhor de dois mundos aparentemente antagónicos mas que afinal têm mais em comum do que à primeira vista se julgaria.

Se numa sociedade comunista tudo é susceptivel de ser colectivizado, em nome dos superiores interesses da "Nação", numa sociedade capitalista tudo é susceptivel de ser privatizado, em nome, mais uma vez, dos superiores interesses da "Nação", certo? 
Até aqui tudo bem... Mas, e quando estes modelos já não satisfazem?

É aqui, meus caros leitores que entra o Capitanismo... Quando já pouco resta para privatizar, quando já pouco resta para taxar, o que fazer para salvaguardar os superiores interesses da "Nação"?

É simples, subvertem-se as definições de colectivização, privatização, iniciativa e gestão  privada...
Como assim, perguntar-se-á o caro leitor...

Quando privatizar significa comprar activos com dinheiro emprestado dando como garantia lucros futuros e risco zero assegurado pelo dinheiro dos contribuintes... em comunismo sigificaria colectivizar prejuízos...

Iniciativa e gestão privada, em Capitanismo significa, gerir a nossa propriedade recém adquirida a preços competitivos - quando não de forma gratuita -  com todas os benefícos do capitalismo, ou seja usufruto do direito de propriedade, usufruto dos lucros, bónus e salários, adicionando-lhe todos os benefícios do comunismo, colectivizando os prejuízos, as despesas de investimento (subsídios, incentivos fiscais, linhas de crédito, etc), despesas decorrentes da actividade como salários (subsídios de apoio ao emprego onde o exemplar capitanista só paga uma pequena percentagem do salário, até que acabe o contrato e venha outro que satisfaça os exigentes requisitos necessários para trabalhar em tão competitiva empresa e ainda mais competitivo mercado).

Mas, e quando este modelo já não chega? 

Bem, é aqui os Capitanistas de sucesso têm que começar a ser creativos... E como perguntar-se-á mais uma vez o caro leitor...

Aderindo às novas tecnologias... usando-as para colectivizar aquilo que até agora não podia ser colectivizado - a propriedade intelectual acabadinha de ser gerada... claro que é preciso que certos requisitos sejam atendidos... entre os quais...

- o "gerador" da propriedade intelectual não pertencer à classe capitanista de sucesso...
- o "gerador" da propriedade intelectual não dispôr de recursos materiais que possam questionar legalmente os "legítimos autores" capitanistas de sucesso...
- o "gerador" da propriedade intelectual não dispôr de acesso às ferramentas que lhe permitam legitimar a sua propriedade...
- assegurar que o capitanista de sucesso tem garantido junto da autoridade da nação capitanista os meios humanos e materiais necessários para monitorizar (no seu território e se possível em território alheio) de forma permanente e definitiva o "gerador" da propriedade intelectual de modo a que, no futuro, não venha a ser posta em causa nem o modelo Capitanista, nem os honrados e meritórios capitanista de sucesso que tão honradamente zelam pelos superiores interesses da Nação...

Como "gerador" da propriedadade intelectual de alguns dos capitanistas de sucesso desta nobre nação,  não é a minha noção de "trabalho ideal" ainda por cima não remunerado, o que, a meu ver,  faz de mim um hospedeiro em território de parasitas, só me resta à primeira oportunidade "dar de frosques" de tão nobre nação antes que acabe na rua a sustentar os nobres capitanistas cheios de mérito e de sucesso que são um exemplo para aqueles que querem singrar neste novo modelo... basta cultivarem as qualidades necessárias... bons conhecimentos do lado certo da autoridade, e um buraco de fechadura que vos renda boa propriedade intelectual... nada que um bom parasita já não saiba...

Mas, e quando este modelo já não chegar?
   



 

quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Novas oportunidades em Casa de negócios competitiva


PiuPiuzinho, que me sugas do tutuzinho nessa cada vez mais importante função para essa casa, que é partilhar entre os seus o que é dos outros sugado pelos mais talentosos parasitas por cagar ao serviço dos proxenetas donos da referida... 
A esta altura, convém esclarecer que a "obtenção de matéria-prima" ou de informação - dados pessoais, propriedade intelectual, etc - referente a residentes classificados como “objecto de especial interesse” ou seja “com muito para dar” às muito estimadas e talentosas “Elites da Casa de Putas” por quaisquer meios disponíveis é legítima, desde que se cumpram os requisitos necessários, a saber:
- a “recolha”, processamento e partilha do material em bruto deve ser feita por putas profissionais devidamente credenciadas e treinadas, com o objectivo de minimizar desnecessárias devassas de vida privada (os LRads são para isso mesmo) do “objecto de especial interesse”.
- autorizadas por decreto de um dos proxenetas donos da casa acima mencionada, sempre que sirvam os superiores interesses dos proxenetas e ou suas putas mais próximas.
- seja “recolhida” por métodos e instrumentos que obedeçam aos mais recentes critérios de eficiência, que providenciem o máximo de dignidade e segurança aos seus operadores, e que permitam ir directamente à fonte dos “nutrientes”. Deve-se complementar esta actividade com a imposição de um boicote sócio-económico ao dono do intestino hospedeiro de forma a minimizar eventuais efeitos secundários e as  sempre caluniosas disputas legais pela propriedade intelectual que tão arduamente custou a adquirir aos talentosos parasitas por cagar, bem como injustas criminalizações decorrentes de múltiplas violações descritas na Lei Penal que existe, como todos sabemos, para gringo ver e otário que não é puta de chulo dono disto tudo iludir (mas a que as aparências obrigam a ter que ser mantidas por uma questão de credibilidade e para que os nossos “mais capazes” possam continuar a beneficiar-se das vantagens que o estatuto de nação providencia). De notar que (oficiosamente) a Lei do Proxeneta deverá prevalecer sobre a Lei Penal, devendo recorrer-se a todos os expedientes e métodos à disposição para garantir que tal aconteça. 

Feito o esclarecimento, volto a perguntar publicamente: entre parasitas por cagar que me espiam e gravam 24 horas por dia há anos e escroques que se beneficiam da propriadade intelectual recolhida dessa actividade, quantas putas trabalhadoras sérias e honradas é que se estão a sustentar às minhas custas? Tirando as que já tomei conhecimento...

Como devem calcular, mais tarde ou mais cedo, vou saber quantos “clones” de propriedade intelectual surgem em teses de mestrado e posteriores patentes... E daí aos escroques* é um tirinho...
Agora sem trocadilhos, fica aqui publicamente o desafio às putas sérias ao serviço desses nobres proxenetas que tanto gostam de partilhar o que é dos outros... 

O piupiuzinho de serviço ao intestino grosso não quer partilhar a resposta? Assim poupava-me, no futuro, à despesa de comprar equipamento de 007 e uns Lrads que ainda custam umas centenas de milhares de Euros, para vos ir ao buraco de fechadura procurar a resposta... até porque não tenho uma casa de putas a financiar-me e a poteger-me..



* escroque - trapaçeiro. Indivíduo que se apodera do alheio por meios fraudulentos - Dicionário Verbo Editora


quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Diz-me que tipo de gente prospera e eu digo-te onde estás.

Ser puta dos três pratos do lado certo da Lei sem dúvida que traz vantagens... principalmente se se estiver no território certo!!

Usam-se meios do estado em benefício próprio ou dos seus proxenetas, a maior parte deles destinados a uso exclusivo (pela sua sofisticação e capacidades operacionais) de forças militares e de segurança para cometer - não combater - uma série de crimes como devassar a vida privada alheia, e entre outras coisas, roubar-lhes a propriedade intelectual para de seguida candidatarem-se a subsídios e bolsas de investigação de forma a dar-lhe um ar mais legítimo a académico como é próprio de profissionales, ao mesmo tempo que se contribui para a baixa do desemprego pondo outras quantas putas dos três pratos a fazer turnos 24 horas por dia ao meu buraco de fechadura como se de uma industria se tratasse (se calhar até é... com a concorrência que há hoje em dia, até as putas têm que inovar) - será qua a puta de plantão que me está a chupar do intestino grosso e a pôr-me no ar por entre as suas provocações e gabarolices de impunidade, como se de uma cadela com o cio a marcar o seu território se tratasse, através dos seus sensores e LRAD de várias dezenas de milhares de euros enquanto escrevo estas palavras, está a ganhar o salário mínimo,ou pelo facto de estar a lidar com equipamento de ponta que custa umas centenas de milhares de euros, recebeu formação especializada, pelo que o chulo resolveu pôr a casa de putas a pagar-lhe um soldo mais em linha com o valor do equipamento?)

Não é por nada, mas penso que seria do interesse geral, mesmo daqueles que apreciam o seu estilo e gostam de alinhar no esquema, seja por partilharem gostos e vocações semelhantes, seja por esperarem vir a ser recompensados, saber se esta ocupação "profissional" também sofreu um realinhamento para baixo nas suas remunerações decorrente da quase bancarrota a que a sua nação esteve sujeita pela terceira vez em pouco mais de trinta anos... situação infeliz que só se explica pelo facto de os Deuses estarem contra esta nobre nação servida por gente de incomensuráveis talentos e qualidades para criarem e produzirem riqueza... 

O pequeno grande problema decorrente deste tipo de práticas é que uma puta, por mais séria que se esforçe por aparentar ser, será sempre uma puta que se vendeu por uma vantagenzinha, e um escroque será sempre um trapaçeiro, um charlatão que se apodera do alheio por meios fraudulentos, independentemente da protecção ou credibilidade que lhe garantam... 


E como escroques que são, haverá sempre o risco de terem a sua mâscara de puta séria removida... 

terça-feira, 9 de junho de 2015

Wishlist

Hoje vou partilhar aquela que considero ser a lista de ferramentas e aptidões para que possa tornar-se um indivíduo bem sucedido profissional e socialmente em território de puta com fronteiras.

Primeiro, irei listar as aptidões pessoais necessárias para poder singrar nesta sociedade competitiva em que vivemos, desde as convicções pessoais - que devem ser extremamente flexíveis e adaptáveis - até aos traços de personalidade, passando pelas competências pessoais que devem ser desenvolvidas. Em seguida irei focar-me nas ferramentas que hoje são essenciais para se ser um Capitanista de sucesso.

As aptidões pessoais: 

1º - Ser Capitanista - O que é um capitanista, poderão perguntar? Bem, como podem depreender pela palavra, um Capitanista é um indivíduo que acredita que deve tirar proveito do melhor de dois sistemas - Capitalismo e Comunismo - e como poderá o individuo fazê-lo? simples: Primeiramente, nacionalizando (colectivizando) tudo o que seja prejuízo, investimento, despesas decorrentes da actividade, e se possível assegurar um rendimento minimo garantido (atenção, não confundir com o rendimento social de inserção), segundo, deixar somente para a iniciativa privada a gestão e claro, os lucros decorrentes dessa actividade. Existem vários exemplos de empresários e empresas de sucesso neste território que devem ser seguidos, como as parcerias público-privadas.

2º - Ter uma boa rede de conhecimentos - como em tudo na vida, um boa rede de conhecimentos que ocupem lugares chave é fundamental. Lembre-se, ditados populares como "quem tem amigos não morre na cadeia" ou "uma mão lava a outra" não nasceram do acaso, mas da experiência e sabedoria populares adquirida ao longo de gerações.

3º - Saber quando dar e quando receber - é claro que não podemos pensar em apenas receber o fruto do nosso "trabalho" sem recompensar aqueles que ocupando os ditos lugares chave tornaram possível o nosso negócio de sucesso. Afinal, há que saber partilhar a riqueza... ou ela não vai durar! Os envelopes, as contas offshore e os lugares nos conselhos de administração existem por uma boa razão. Use-os com sabedoria.

4º - Saber rodear-se de bons colaboradores - Um bom colaborador, com as competências certas no lugar certo faz a diferença entre o sucesso e o fracasso, especialmente se a sua rede de conhecimentos não for particularmente influente. Não se esqueça, nunca se sabe de que buraco de fechadura poderá vir o seu próximo negócio. Um bom Capitanista, com os conhecimentos certos, sabe que tem à sua disposição uma imensa quantidade de recursos materiais e humanos especializados pelo preço certo. Não hesite em usá-los, afinal, se são de todos nós, porque não tirar partido da sua "propriedade"?

Os recursos materiais

1º Dinheiro (será?) - Por incrível que lhe possa parecer, um Capitanista de sucesso, sabe que nunca deve insvestir os seus recursos num novo projecto. Se desenvolveu as competências acima descritas, saberá que quando o seu novo projecto de negócios estiver concluído, será proprietário de um negócio para o qual apenas teve que entrar com uma pequena parte - ou até nenhuma - do valor total investido, devendo ser a maioria proveniente de subsídios estatais, empréstimos garantidos com as receitas dos rendimentos minímos garantidos futuros (mais uma vez, não me estou referir ao rendimento minímo de inserção), beneficios fiscais, e claro está, perdões fiscais (afinal quem é que não gosta de um bom perdoa-me).

2º - Um bom microfone - Tempo de antena é bom, e um Capitanista de sucesso sabe usá-lo com mestria.

3º - Outro bom microfone - Dar tempo de antena aos outros, mesmo que não solicitado e autorizado, será de grande utilidade e poderá resultar em grandes dividendos. Aqui a habilidade em povoar os buracos de fechadura alheios, filtar a informação recolhida guardando a que retém potencial valor e divulgando aquela que servirá de entretenimento é de suma importância.

4º - Um bom LRAD - Da mesma forma que um bom microfone é fundamental para estar a par do que a potencial concorrênia tem em mente, um bom megafone será igualmente fundamental para o seu sucesso.
Um bom Capitanista sabe ende encontrar estes equipamentos (um pouco caros é certo), e exclusivos de forças de segurança e militares, mas lá está, se é um Capitanista que se preze, saberá que estes meios também são dele, e mais importante, saberá pô-los a render para si e os seus estimados colaboradores. 


Fica aqui a receita para o sucesso para singrar em território altamente competitivo, o de puta. Já sabe, ser proxeneta será sempre melhor do que ser a puta para todo o serviço, mesmo em território de puta com fronteiras. Por isso seja ambicioso...  

P.S. - A Receita acima mencionada resultou de anos de observação tanto na terceira pessoa como na primeira (sendo que neste último caso no papel de hospedeiro ou dono do buraco de fechadura, e não de puta para todo o serviço ou proxeneta) pelo que o autor (eu) não se responsabiliza por eventuais falhas ou insucessos tidos por quem resolver seguir esta receita. 
         

 

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Três pratos... a saírem!!!

Realmente, mais uma vez tenho que reconhecer aqui o mérito de quem o tem...

Não há dúvidas que, no território certo, com as ferramentas certas, e claro, as marionetas certas, as putas dos três pratos - as que vendem a cona, a profissão e o carácter - conseguem "grandes feitos"... 

Admito que às vezes não sei se me hei-de rir ou se hei-de chorar com os números que as putas dos três incumbidas da nobre e pelos vistos patriótica missão de me parasitar o intestino grosso, engendram só para mostrarem como são boas profissionais naquilo que fazem... bem, pelo menos nalguma coisa as putas são boas...

Se continuarem assim, vou começar a pensar que as putas dos três estão novamente a laborar para ver se me conseguem mandar lá para dentro por bem mais do que 31 dias... Ai as marotas das putas dos três... e as suas marionetas... mau, mau, mau... !!! ...

A propósito, já que falamos em eficiência, quanto tempo mais é que vou ter que agardar na fila de espera para ir para a cadeia "pagar a minha divida para com a sociedade"? Mais um mês? Dois? Três???

Incrível... !!! ...